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janeiro 2016

:: A escolha certa do selim ::

fevereiro 2016

:: Luvas para ciclismo, saiba escolher as melhores ::

março 2016

:: Top 10 aplicativos para ciclismo ::

abril 2016

:: Como escolher seu capacete de ciclismo ::

maio 2016

:: Os mistérios dos pedais de encaixe ::

junho 2016

:: REVOLIGHTS – Luzes para bicicletas iluminam ciclismo urbano ::

julho 2016

:: Escolher o cadeado adequado para a sua bicicleta ::

agosto 2016

:: Escolher o calçado para ciclismo ::

setembro 2016

:: PUNHOS DE BICICLETA: O Conforto está ao seu alcance ::

outubro 2016

:: Calções de Ciclismo ::

novembro 2016

:: As Diferenças entre rodas para bicicletas de estrada ::

dezembro 2016

:: Que bicicleta escolher para uma criança ::
 

A ESCOLHA CERTA DO SELIM


Qual o selim eu devo comprar? Qual o ideal para mim? Estas são perguntas que muitas pessoas se fazem.

Em primeiro lugar esta é uma escolha que vai além do gosto pessoal. Escolher um selim não pode ser somente por beleza ou peso. Nem sempre devemos pensar o quanto ele pesa, mas sim se ele atende as nossas necessidades. Claro que um selim leve e fino, somente de carbono, pode ser mais adequado do que um com mais de 5 cm de espuma, desde que ele atinja o objetivo e expectativa de quem o usará.

Vou dar algumas dicas e detalhes técnicos importantes nessa importante escolha.

Modalidade

Primeiro defina qual a modalidade: mountain bike, estrada, triathlon, cicloturismo, passeio etc. Cada uma dessas modalidades possuem necessidades específicas.

As bicicletas de mountain bike (Marathon) devem ter um selim confortável, com uma boa base de apoio onde devem se apoiar os ísquios (leia abaixo), afinal pedalar por mais de 30-40km com um selim pode ajudar com o conforto assim como a suspensão faz muita diferença na trilha.

Já para as bikes de cross country nem sempre precisam ter um selim superconfortável, mas um que permita uma boa mobilidade das pernas e facilite a operação de montar e desmontar da bike. Afinal, numa prova de cross country, pedala-se tanto em pé quanto sentado.

Nas bikes de estrada, as speed, o selim pode ser um pouco mais estreito do que os de mountain bikes, uma vez que a cadência (rpm) das pernas é bem maior que nas mountain bikes, o que evita o atrito exagerado com a face interior das coxas. Outro aspecto, é que nas estradeiras, pedala-se quase que 100% do tempo no selim.

Algumas marcas oferecem selim com quase 300 mm de comprimento permitindo que o ciclista deslize para trás aumentando a amplitude de movimento e fazendo mais força no selim. Pode-se ainda variar a posição, trabalhando os músculos de maneira diferente.
As bikes de triathlon, devido à posição mais agressiva e ao tubo de selim com ângulo perto dos 80 graus, ou seja, mais perto do guidão, levam o ciclista a pedalar mais na ponta do selim, sendo assim o apoio, que neste caso é maior no períneo do que nos ísquios, faz com que os selins de triathlon tenham um amortecimento maior na ponteira.

Já as bikes de cicloviagem (cicloturismo) e passeio priorizam mais o lado do conforto, uma vez que os praticantes se interessam em percorrer grandes distâncias sem necessidade de muita velocidade por exemplo.

Sendo assim esta linha de selins deve ter mais material de apoio como espuma ou gel, ou ate a presença de molas ou elastômeros na sua base permitindo um maior conforto.

Flexibilidade:

Em todas as linhas de selins, esta é uma relação a ser lembrada: quando maior a flexibilade
mais o ciclista consegue movimentar-se no selim.

Algumas marcas – como os italianos Fizik – classificam seus modelos com um interessante sistema de nomenclatura de animais, por exemplo: Cobra (muita flexibilidade), Camaleão (pouca flexibilidade) e Touro (flexibilidade reduzida).

Homens e Mulheres

São diferentes em tudo. Não poderia ser diferente com a escolha dos selins. Nesse caso, devemos seguir a anatomia humana, em que as mulheres possuem uma distância entre os
ísquios (tuberosidades ósseas) maior devido à bacia ginecóide, para permitir a dilatação no momento de dar a luz. Sendo assim, o público feminino precisa de um selim com uma base maior e mais curta.

Já nos homens, esta distância entre os ísquios é menor e a região do períneo maior. Assim, o selim pode ser mais longo.

Desta maneira temos selins com medidas que variam de 250 a 300mm de comprimento e larguras que variam de 125mm a 170mm.

Muitas vezes olhamos uma pessoa super magra e temos a impressão que ela poderia usar um selim mais estreito, mas devemos saber se a distância entre ísquios é proporcional ou não.

Como medir esta distância?

Através de uma plataforma de espuma com uma marcação métrica onde pode-se sentar aguardar alguns segundos e ao sair verificar onde estão as marcas (depressões na espuma) evidenciadas pelos ísquios (método não tão fiel), com um Raio X podemos medir esta distância, ou então pelo método prático, sentando no selim e realmente sentir se o selim esta apoiado corretamente ou não.

Selim vazado – sim ou não?

Mais uma vez falamos em individualidade e algumas marcas fazem o selim seguindo estudos médicos, enquanto que outras somente fazem uma parte vazada e saem vendendo, por isso cuidado, pois cada um tem uma anatomia e pode ser que esta parte vazada comprima ainda mais a região do períneo em vez de aliviar a tensão. Por isso um selim de plataforma lisa pode ser menos arriscado na hora da escolha.

A importância da altura correta

Você pode ter o melhor selim e este ser o mais adequado às suas proporções anatômicas, objetivos e modalidade, mas se ele estiver alto demais você irá mexer demasiadamente sobre o selim e gerar um desconforto gigante na região dos ísquios. Já um selim baixo gera uma tensão muito grande no períneo, que pode incomodar demais e causar formigamento.

A altura influencia exatamente no encaixe e posicionamento dos ísquios na base mais ampla do selim, sem falar na posição correta das pernas durante a pedalada evitando dores no joelho e aumentando a potencia sobre os pedais.

É comprovado através de estudos de eletromiografia que um bom posicionamento do selim pode aumentar em até 30% de performance nos pedais.

Formigamento no períneo

Muitas vezes numa prova de mountain bike após trechos e trechos e de pedras eou muita irregularidade pode haver uma maior sensibilidade no períneo devido à trepidação, algo parecido com formigamento e que acontece também com ciclistas de estrada em trechos de
subida, pois acabam pedalando com mais força causando maior pressão.

Sim, isso é mais normal do que se imagina, mas se após uma mudança no posicionamento ou uma levantada do selim isto já melhora, você não deve se preocupar, mas se após o pedal esta sensibilidade ainda permanece, procure um bike fitter e, se persistir os sintomas, procure um médico.

O selim deve estar sempre nivelado, paralelo ao solo na horizontal. Selins bons na maioria das vezes exigem um maior gasto financeiro. Selim é uma coisa pessoal, não é porque seu amigo se deu bem com um que você também vai, por isso se a loja em que você leva sua bike deixa você testar o selim, é bem legal.

Trocou o selim? Ajuste novamente a altura total do seu selim em relação ao eixo do pedivela.

Nem sempre o mais leve é o melhor, o conforto vale mais na performance do que o próprio peso total da bike.

Estas são as principais dicas para um início do casamento ideal com sua bike, pois é no selim que passamos a maior parte do nosso tempo enquanto pedalamos.

Fonte: http://www.bikemagazine.com.br/2011/04/escolha-certa-selim/

Luvas para ciclismo, saiba escolher as melhores


Hoje vou falar sobre um acessório que eu considero muito importante para todo ciclista, mas que muitas vezes não recebe a atenção merecida: as luvas para ciclismo. Alguns acham o seu uso desnecessário, outros ainda acham que o uso de luvas está ligado apenas a questão da segurança do ciclista – o que já é muito importante, é claro.

Além de proteger as mãos no caso de um tombo indesejado, as luvas servem também para o conforto do ciclista ao segurar o guidom, especialmente em pedaladas de longa distância e em terrenos acidentados.

Quando comecei a pedalar, ainda inexperiente, não usava luvas, e à medida em que ia passando mais tempo no pedal, foram aparecendo os calos nas mãos. Foi aí que comecei a usar as luvas, o conforto nas pedaladas aumentou, e os calos foram diminuindo!

Separei abaixo algumas dicas que podem ajudar vocês na escolha da luva ideal para pedalar. As dicas são também baseadas na minha experiência de pedal, e de alguns pares de luvas já consumidos ao longo das pedaladas… Vamos lá!

PRIMEIRA ESCOLHA: LUVAS FECHADAS OU “MEIO DEDO”?

luvas para ciclismo

Luva fechada

luvas para ciclismo

Luva meio dedo

Esse deve ser o primeiro ponto, e talvez o mais complexo para pensar na hora de escolher suas luvas. Do ponto de vista da segurança, as luvas fechadas são mais interessantes. Falo isso por experiência própria, pois já utilizei luvas “meio dedo” (abertas) e infelizmente me machuquei exatamente na parte do dedo que a luva não cobria. Por outro lado, as luvas abertas são mais indicadas para o verão, por ventilarem mais. Por causa desse incidente que mencionei, já fazem alguns anos que eu só pedalo com luvas fechadas, independente do tempo. Além disso, atualmente já temos luvas de ótima qualidade que dão mobilidade às mãos do ciclista, possuem materiais mais leves e que não esquentam tanto, além de protegerem muito bem no caso de necessidade.

MATERIAL X O USO DA LUVA

luvas para ciclismo

Luvas com proteção reforçada nos dedos e costas das mãos

Outro fator que você deve levar em consideração é o uso que fará das luvas. Quanto mais extrema a modalidade e a possibilidade de quedas, maior deve ser a qualidade da luva e o reforço de seus materiais. Se você vai praticar downhill, mountain bike etc, pode optar por luvas com reforço na região dos dedos, costas das mãos e palmas. Se vai optar por uma atividade mais recreativa, de baixa velocidade, pode também escolher um modelo mais simples e leve. Mas lembre-se: a proteção na palma da mão é muito importante, e ajuda no conforto da pedalada, pois fica em contato direto com o guidão da bike.

CONSERVANDO AS SUAS LUVAS

Pedalar utilizando luvas (abertas ou fechadas) geralmente aumenta a transpiração das mãos, e o suor e umidade acabam ficando no material. Para aumentar a vida útil das suas luvas, eu recomendo pendurá-las em um varal, ou deixar em local bem arejado depois das pedaladas. De tempos em tempos (de acordo com a intensidade do uso), é legal lavar as luvas também. A maioria delas foi feita pra aguentar chuva, lama etc. Então pode lavar a vontade!

Além disso, preste bastante atenção no reforço das costuras, pois com o uso as luvas vão se desgastando naturalmente, mas se as costuras forem frágeis elas vão se abrindo.


Fonte: http://ateondedeuprairdebicicleta.com.br/dica-escolhendo-luvas-para-ciclismo/

Top 10: aplicativos para ciclismo

Confira os melhores aplicativos para celular para interagir com sua pedalada.

A tecnologia de fato está inserida na vida do ciclista, seja para monitorar os treinos, calcular consumo de calorias ou mostrar o melhor trajeto. Por isso, selecionamos os 10 melhores aplicativos para seu celular para interagir com sua pedalada!

10. Garmin Connect: aplicativo da marca Garmin -especializada em GPS- oferece uma plataforma de dados da sua pedalada - distância, velocidade média, entre outros - e ainda é possível seguir e enxergar as rotas de seus amigos em tempo real, que utilizam o mesmo aplicativo.

9. Instant Heart Rate: se você não tem acesso ao monitor cardíaco, este aplicativo oferece uma maneira rápida para você descobrir seus batimentos cardíacos. Com a ponta do dedo pressionado por 10s contra a câmera fotográfica -lente- do celular, ele mostra a média do batimento cardíaco, sendo possível salvar os dados.

8. Ride ID: é um dos aplicativos mais simples, mas ele pode salvar sua vida, pois armazena seus dados médicos, de modo que facilita o atendimento de paramédicos no caso de um acidente que deixa o ciclista desacordado.

7. BikeCal: para aqueles que buscam monitorar o consumo calórico, este aplicativo calcula o gasto de acordo com o perfil de cada um.

6. Bubble Level: este não é um aplicativo específico para ciclismo, mas pode ser usado para diversas finalidades, pois o celular torna-se uma ferramenta para medir o nível, ideal para identificar se o selim está na posição reta paralela ao solo, por exemplo. 

5. Bike Doctor 2: em caso de problema na sua bike e não tiver sinal no celular, o aplicativo tem um banco de dados com as soluções para os problemas mecânicos mais comuns em sua bicicleta.

4. Size My Bike: procurar um profissional em "bike fit" (ajuste da bike ao ciclista) é sempre recomendado, no entanto, este aplicativo traz uma referência básica para o ciclista descobrir o tamanho ideal de cada tipo de bicicleta - mountain bike, estrada...- após informado seis medidas do pessoa.

3. Cyclemeter: este aplicativo é desenvolvido apenas para Apple e traz informações precisas, numa tela completa, sobre sua pedalada, com cadência (com uso do sensor ANT),  velocidade média, velocidade máxima, consumo calórico, batimento cardíaco e altimetria.

2. Map My Ride: é outro aplicativo que monitora sua pedalada com uso de GPS. A vantagem é que pelo computador é possível antecipar novas rotas e prever qual será o consumo calórico.

1. Strava: sem dúvida o aplicativo mais popular entre os ciclistas atualmente. O Strava, além de monitorar a pedalada com os dados nornais - distância, vel. média, mostrar o trajeto no Google maps... ele oferece a chance de cadastrar segmentos (trechos específicos de cada local) para estimular uma competição entre os amigos e usuários do sistema. O Strava também realiza desafios entre os usuários. O aplicativo já está disponível em 11 línguas e a versão premium (paga) é possível compartilhar fotos da sua pedalada. É realmente muito divertido e viciante.

Fonte:http://www.redbull.com/br/pt/bike/stories/1331644770886/top-10-aplicativos-para-ciclismo

Como escolher seu capacete de ciclismo

O capacete de ciclismo é um item fundamental para a segurança do ciclista. Mas com tantos modelos diferentes, as vezes fica difícil escolher.

A primeira coisa que se deve levar em conta na escolha do capacete é o tipo de modalidade ou o uso que você fará dele. Abaixo você confere os principais tipos de capacete encontrados no mercado.

1 – CAPACETE ABERTO

capacete de ciclismo aberto

capacete de ciclismo aberto

Também chamado “meia casca” ou “meia concha”, é o modelo mais conhecido e também o mais utilizado. Seu formato é parecido com uma concha serve para melhorar a aerodinâmica na pedalada e no caso, e também para ser mais eficiente em quedas “horizontais”Alguns modelos vem com uma aba removível, que protege não só do sol como também de galhos e outros objetos, e por isso são os preferidos dos praticantes de mountain bike. Existem também os modelos sem aba, que são os mais utilizados no ciclismo de estrada.

2 – CAPACETE “COQUINHO” OU URBANO

capacete de ciclismo urbano

capacete de ciclismo urbano

Esse modelo é mais indicado para modalidades onde há o risco de uma queda vertical. Por isso, ele é um pouco mais fechado e achatado na parte superior. É um capacete muito usado pela galera do street, BMX e vertical. Além disso, tem sido utilizado por muitos adeptos do ciclismo urbano e também do bike polo.

3 – CAPACETE FECHADO

Capacete fechado

Capacete fechado

São maiores e mais pesados, indicados para modalidades mais extremas, que envolvem altura e grandes velocidades. Por serem fechados, possuem a proteção para o queixo, e são utilizados pelos praticantes de downhill e muitos do BMX.

Atletas de bmx nos jogos olímpicos: capacete fechado

Atletas de bmx nos jogos olímpicos: capacete fechado

4 – CAPACETES DE CICLISMO DE PISTA

Existem ainda os capacetes próprios para o ciclismo de pista. Esses são bem fechados e testados para vencerem da melhor forma a resistência aerodinâmica nas provas de velódromo. Por conta disso, alguns possuem um prolongamento na parte traseira, além de visor integrado.

Capacete da seleção britânica de ciclismo de pista

Capacete da seleção britânica de ciclismo de pista

Depois de escolhido o uso do capacete, é hora de pensar na qualidade e no preço. Abaixo separei algumas características pra você pensar na hora da escolha.

O QUE PESQUISAR QUANDO FOR COMPRAR SEU CAPACETE DE CICLISMO

Ventilação:  quanto mais ventilado o capacete, melhor para atividades mais longas. Imagine uma pedalada por longas horas sob o sol. Um capacete bem ventilado não deixa você chegar de cabeça-quente do pedal, literalmente. A ventilação ajuda na transpiração da cabeça e proporciona mais conforto para a pedalada. Nas imagens abaixo você pode comparar a ventilação dianteira e traseira de alguns dos principais modelos de capacetes.

ventilação traseira do capacete de ciclismo

ventilação traseira do capacete de ciclismo

ventilação dianteira e lateral do capacete de ciclismo

ventilação dianteira e lateral do capacete de ciclismo

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Regulagens: Além dos tamanhos diferenciados (P, M, G etc), os capacetes possuem regulagens para melhor ajustar na cabeça do ciclista. Alguns vem apenas com a regulagem do queixo e orelhas. Outros vem também com a regulagem de cabeça na parte traseira, que deixa o capacete mais firme (detalhes das fotos).

Regulagens de queixo e orelha do capacete de ciclismo

Regulagens de queixo e orelha do capacete de ciclismo

Regulagem de cabeça na parte traseira do capacete

Regulagem de cabeça na parte traseira do capacete

Material: a maioria dos capacetes são feitos em isopor, que é considerado um bom material para absorção de impactos. Os modelos mais modernos e caros são revestidos com polímeros, alguns deles inclusive com fibra de carbono, o que os deixa bem mais leves. Além disso, a “casca” que envolve o capacete tem também a função de absorver energia no caso de impacto. Além disso, fique atento para o sistema de espumas internas do capacete, que aumentam bastante o conforto.

Preço: o preço do capacete de ciclismo varia de acordo com os fatores acima. Quanto melhor o material, mais leve, melhor ventilado e  confortável for o capacete, mais caro ele será.  A principal dica desse post é pedalar com segurança!

Fonte: http://ateondedeuprairdebicicleta.com.br/guia-como-escolher-seu-capacete-de-ciclismo/

OS MISTÉRIOS DOS PEDAIS DE ENCAIXE

Até o fim dos anos 80, a escolha entre pedais se limitava aos do tipo plataforma e as chamadas pedaleiras, que utilizavam um clip em forma de “U” onde o pé do ciclista se encaixava. Tiras ajustáveis mantinham o pé preso ao pedal. Esse sistema, embora mais eficiente na pedalada em relação ao pedal de plataforma, apresentava muitas desvantagens. Precisavam ser ajustadas manualmente, além de eventualmente prenderem o pé do ciclista a ponto de provocar quedas graves.

 

O sistema de pedal de encaixe do tipo clipless utiliza um mecanismo similar ao engate utilizado em esquis de neve. Não por coincidência, o primeiro sistema clipless para bikes foi desenvolvido pela francesa Look, um fabricante de esquis e snowboards, além de componentes para bicicletas. Os pedais clipless modernos utilizam um taquinho, composto por metal ou plástico, que é aparafusado no fundo da sapatilha. Quando o ciclista pisa com a sapatilha no pedal, o taquinho trava no mecanismo do pedal, mantendo-se firmemente no local, alguns sistemas mantém o pé num ângulo fixo enquanto outros permitem um leve movimento angular do pé.
Na maioria dos sistemas de pedal de encaixe, o pé do ciclista destrava da sapatilha ao torcê-lo com o calcanhar para fora. Em alguns modelos “jurássicos”, como os feitos pela italiana Cinelli, necessitavam que o ciclista liberasse o mecanismo manualmente através de um botão. Este sistema, de tão inseguro para o ciclista, acabou sendo apelidado jocosamente de “Pedal da Morte”.
O pedal de encaixe tem, de cada um dos seus lados, presilhas que funcionam sob a ação de molas. A maioria dos pedais permite o ajuste da tensão da mola, para maior ou menor firmeza. Nos pedais da Shimano, há um pequeno parafuso allen que, girado no sentido horário, faz com que a presilha prenda o taco com mais força e no sentido anti-horário tenha o encaixe facilitado. Para o iniciante, recomenda-se que a regulagem esteja na tensão mínima, facilitando assim o engate e o desengate. Ciclistas mais experientes preferem utilizar um engate mais firme, evitando assim que a sapatilha desengate durante a pedalada.

COMPATIBILIDADE – Em tese, a compatibilidade entre sapatilhas e pedais clipless deveria ser total. Em algumas raras vezes, entretanto, encontramos problemas de compatibilidade.
A marca Shimano possui uma grande vantagem nesta área em relação aos seus concorrentes. Como ela foi pioneira no desenvolvimento de pedais de encaixe, a maioria dos fabricantes desenham os solados de suas sapatilhas em função dos pedais Shimano.
Além disso, o sistema de pedal de encaixe SPD (Shimano Pedal System) é o mais utilizado no mundo, com cerca de 70% da fatia do mercado, seguido à distância pelas marcas Crankbrothers, Look e Time, nesta ordem.
Esta é a razão pela qual os pedais da Shimano não costuma apresentar problemas de compatibilidade com as sapatilhas. Eventualmente, outras marcas podem apresentar problemas, como por exemplo, a sola da sapatilha não conseguir apoiar completamente no pedal (como na foto a direita), ou a contrário, que o taquinho esteja tão para dentro do solado que seja impossível encaixá-lo no pedal. Nestes último caso, podem ser adicionados calços entre o solado da sapatilha e o taquinho (as marcas Look e CrankBrothers fornecem os calços, juntamente com seus pedais), No primeiro caso, a solução é mais drástica: recortar ligeiramente com um estilete parte dos cravos do solado da sapatilha próximos ao taquinho.
Modelos
O mercado de pedais clipless tem espaço para uma infinidade de marcas e modelos, todas com suas vantagens e desvantagens. Além disso, o sistema de encaixe pode variar de fabricante para fabricante, embora muitos deles acabem por utilizar o sistema SPD da Shimano. A grande vantagem deste sistema é a facilidade de se encontrar peças de reposição, como taquinhos, a preços mais baixos que os da concorrência que utilizam sistemas proprietários. Conheça alguns destes sistemas:

SPD – Como já citado anteriormente, os pedais Shimano (SPD) possuem grande aceitação no mercado. Possuem custo acessível (pelo menos ao que se refere aos modelos de entrada), baixa manutenção e alta durabilidade.
Seu sistema de regulagem de tensão é de fácil utilização, facilitando a vida dos novatos. Basta utilizar uma chave allen para aumentar ou diminuir a tensão das molas da presilha.
Além disso, vários fabricantes utilizam a tecnologia SPD, como a Ritchey, a Exustar e a Wellgo, o que significa uma maior variedade de modelos e preços.

EggBeater  – O sistema desenvolvido pelo fabricante norte americanoCrankBrothers é um sonho de consumo de muitos ciclistas. Leve e minimalista, seu sistema permite que, ao contrário dos modelos concorrentes, possa se clipado mais rapidamente, já que possui quatro posições de engate e não apenas duas.
Por outro lado, são mais caros e seus modelos de entrada (que ainda assim são mais caros que os Shimano). Além disso, costumam apresentar folga depois de algum tempo, exigindo a substituição de seus rolamentos, principalmente se o ciclista pesar mais que 85kg. Os taquinhos, feitos de latão ao invés de aço, desgastam-se mais facilmente do que os taquinhos da Shimano, feitos em aço.

ATAC (Auto TensionAdjustmentConcept) – O sistema desenvolvido pela marca francesa Time surgiu no início da década de 90 como alternativa aos problemas comuns à maioria dos pedais de encaixe da época: peso excessivo e problemas com o acúmulo de lama e terra, que dificultavam o encaixe e o desengate. Ao contrário da maioria dos sistemas concorrentes, este pedal não só permite um ângulo de movimento dos pés do ciclistas (5º), como também possui movimento lateral (6mm para cada lado), o que é excelente para ciclistas com problemas nos joelhos, que sente dores no mesmo após uma pedalada de vários quilômetros com os pés na mesma.
Os modelos topo de linha da Time possuem o corpo em fibra de carbono e eixo em titânio, tornando-os os mais leves e robustos (além de caros!) pedais do mercado.
Dicas para  utilização de pedais de encaixe

  • Evite lubrificantes do tipo wet nos pedais, pois eles podem acumular sujeira e detritos. Dê preferência para lubrificantes a base de cera, como o Squirt. Pingue uma gota em cada mola do pedal;
  • Os taquinhos possuem vida útil que está diretamente relacionada com o seu uso. Troque-os sempre que perceber que os mesmos não estão retendo a sapatilha no pedal como deveriam. Fatores como caminhar com a sapatilha e falta de lubrificação no sistema de engate do pedal contribuem para seu desgaste prematuro;
  • Uma boa prática ao instalar novos taquinhos na sapatilha é após aparafusá-los no local correto, pingar uma gota de cola de silicone na cabeça de cada parafuso, vedando o orifício de aperto. Assim, você o protege de danos, facilitando sua remoção posteriormente;
  • Pedais, como a maioria dos componentes de uma bicicleta, são itens de precisão. Ao instalar os mesmo, jamais aperte-os excessivamente no pedivela ou haverá o risco de estragar tanto este quanto os pedais. O mesmo vale para os taquinhos. Se você apertar demais os parafusos, correará o risco de ter sua sapatilha danificada;
  • Muitos pedais topo de linha possuem eixo em titânio. Isto quer dizer que, apesar de serem extremamente caros, são também muito leves. O que não costuma aparecer nas “entrelinhas” das propagandas é que eixos de titânio possuem uma capacidade de carga máxima muito inferior ao aço, não sendo recomendados para ciclistas com mais de 85kg. Na dúvida, procure informações no site do fabricante.

Fonte: http://mtbbrasilia.com.br/2013/10/02/desvendando-os-misterios-dos-pedais-de-encaixe/

REVOLIGHTS – LUZES PARA BICICLETAS ILUMINAM CICLISMO URBANO

O Revolights Eclipse+ é um farol para bicicletas que promete revolucionar o sistema de iluminação do ciclismo urbano. Em vez da tradicional lâmpada no volante, este sistema emite arcos de luz a partir das rodas, criando um efeito incrível e aumentando a segurança do ciclista.

Revolights ciclismo urbano

Foi no final de 2010 que os estudantes de engenharia Kent Frankovich e Adam Pettler tiveram uma ideia brilhante para revolucionar a forma como os ciclistas iluminavam as estradas. O sistema foi agora melhorado e o processo de instalação tornou-se muito mais simples.

Revolights ciclismo

O Eclipse+ consiste num conjunto de 12 lâmpadas LED em cada roda que são ligadas quando o sensor percebe que a roda está a girar. Umas luzes acendem e outras apagam, lançando um arco de luz branca para a frente e um arco de luz vermelha para trás da bicicleta. A velocidade é detetada automaticamente e as luzes adaptam-se para apontar sempre para o sítio certo.

Revolights eclipse luzes bike

Estas luzes para bicicletas, para além de iluminarem o caminho, garantem a visibilidade da bicicleta num raio de 360 º, aumentado consideravelmente a segurança do ciclista no trânsito.

Mas estas luzes não servem apenas para iluminar. Devido à possibilidade de ligar o sistema da bicicleta ao telemóvel por Bluetooth, permite novas funcionalidades através da aplicação da Revolights. Esta aplicação para telemóvel permitirá analisar as distâncias que percorres, os tempos que fazes, saber o estado da bateria e verificar alertas meteorológicos.

Revolights Luzes para bicicletas

luzes para bicicletas urban

A iluminação dura 4 horas e o sistema é recarregável por USB. A marca afirma ainda que todo o sistema é à prova de água e roubo.

Para financiar a produção destas luzes para bicicletas, a Revolights Eclipse+ promoveu uma angariação de fundos na plataforma IndieGoGo, tendo ultrapassado largamente o objetivo inicial de 26 mil dólares.

Fonte: http://noctulachannel.com/luzes-para-bicicletas-bike-revolights-eclipse/

ESCOLHER O CADEADO ADEQUADO PARA A SUA BICICLETA

O roubo não é uma fatalidade, é importante saber proteger eficazmente a sua bicicleta contra o roubo e usar os cadeados certos.
Muitos ciclistas limitam-se a comprar um cadeado dos mais baratos sem prestar atenção á sua eficácia! Quando existem cadeados com níveis de segurança muito fracos, quebráveis em segundos.

CLASSIFICAÇÃO DOS CADEADOS PARA BICICLETA
Existem 2 tipos de cadeados para bicicleta
Cadeado dissuasivo
 Este nível é atribuído aos cadeados resistentes às infrações e necessitando unicamente ferramentas discretas, de dimensões inferiores a 30 cm (fáceis de esconder), num tempo curto. Este corresponde a roubos rápidos na via pública.

Cadeado de alta segurança
 Este nível é atribuído aos cadeados resistentes a ferramentas mais agressivas mas menos discretas (dimensões inferiores a 75cm) num dado tempo. Ele corresponde a roubos em locais longe de testemunhas ou em períodos noturnos.

1) CADEADO DE TIPO U

Os cadeados « U » apresentam uma muito boa proteção contra a infração, no entanto apresenta diferenças ligadas :

  • à qualidade dos seus materiais : Aço mais ou menos cementado ou temperado
  • A espessura das partes expostas : Asas e caixa de fechadura
  • A concepção mecânica nomeadamente ao nível da fechadura

Os cadeados U oferecem a melhor relação qualidade / preço

A escolha de compra do cadeado terá de ter em conta as dimensões, um cadeado U de tamanho grande é mais prático (mas também um bocado mais pesado).

Antivol vélo U

 2) CADEADOS FIXOS (OU ANTI-ROUBOS DE QUADRO)

Os cadeados de quadro constituem um complemento útil ao cadeado U : Eles impedem o roubo da roda de trás quando o quadro e roda da frente estão presos num ponto fixo, para as paragens longas. Eles são práticos durante as paragens breves porque são rápidos de fechar, por exemplo para comprar pão ou o jornal na ausência de pontos fixos. Os cadeados de quadro são muito utilizados nos países nórdicos e são montados de origem sobre as bicicletas.Os cadeados de quadro são muito sólidos. A sua abertura por infração necessita de muita força o que pode danificar gravemente a roda de trás da bicicleta.

Antivol vélo cadre

3) CADEADOS DOBRÁVEIS

Os cadeados dobráveis apareceram recentemente e têm muito sucesso. Eles proporcionam uma proteção muito superior á dos cabos, juntando a flexibilidade que permite prender mais facilmente o quadro a um ponto fixo. No entanto a forma plana dos braços articulados conferem-lhes uma grande vulnerabilidade em relação aos cadeados em “U” que permanecem imbatíveis em termos de relação eficácia/preço e eficácia/peso.

Antivol vélo pliants

4) CABOS COM ARMAÇÃO

Os cabos com armação interior constituem o ponto fraco. Estes cadeados podem pretender oferecer uma proteção por vezes satisfatória, mas nunca chegam ao nível 2, por causa da armação de aço articulada. Uma diferença notável entre os cabos está ligada á qualidade da concepção do cabo ao nível da fechadura e da respetiva cementação da caixa em aço.

Antivol vélo cable

5) CABOS SEM ARMAÇÃO

Os cabos sem armação de diâmetro inferior a 10mm (revestimento incluído) não resistem mais de 2 segundos aos ladrões ! A ferramenta de corte pode ser de dimensões inferiores a 18cm e muito fácil de esconder e por conseguinte muito discreta. Dispositivo a evitar a todo o custo !

Os cabos de diâmetro superior a 10mm (revestimento incluído) oferecem uma resistência ligeiramente mais duradoura, mas sempre inferior a 50 segundos, qualquer que seja a qualidade do aço ou a notoriedade da marca do dispositivo.Cabos com revestimento de plástico transparente são mais fracos do que parecem pois o diâmetro do cabo parece maior do que realmente é, por efeito lupa. Alguns cabos cujo o diâmetro sem revestimento é superior a 10mm (tranças de aço) e o revestimento em plástico é de diâmetro superior a 24mm oferecem uma melhor proteção por causa do diâmetro mas nunca atingem o nível 2.

 

Antivol vélo gaine plastique

Source : Fonte : Federação Francesa dos Utilizadores de Bicicleta



Fonte: http://www.seguros.decathlon.pt/pt/22_escolher-o-cadeado-adequado-para-a-sua-bicicleta

ESCOLHER O CALÇADO PARA CICLISMO

Para escolher o calçado para ciclismo (MTB/BTT, BMX/BICICROSS, CROSS COUNTRY, DOWNHILL, TRIATLO, RPM/SPINNING) mais adequado, deve ter em conta três fatores:

  • O tipo de pedais
  • O tipo de ciclismo que pratica
  • A acomodação

Introdução

Ao contrário do calçado tradicional o calçado específico para ciclismo é construído para ser propositadamente rígido e inflexível junto aos metatarsos.

A ideia é possuir uma zona rígida para melhor poder transmitir a força aos pedais, uma vez que a superfície e comportamento do pé humano não estão projetados para essa tarefa (se pedalar muito tempo com sapatos flexíveis começará a sentir pressão na zona metatársica).

O tipo de pedais

Se pratica ciclismo esporadicamente de uma forma lúdica, poderá optar por pedais tradicionais, se pratica regularmente, o sistema de encaixe poderá ser a melhor opção.

Exemplo pedais encaixe (para estrada)

Apesar de requererem habituação, os pedais de encaixe aumentam substancialmente a eficácia do pedalar, uma vez que além da força descendente (como nos pedais tradicionais), também é aproveitada a força ascendente para pedalar:

Os pedais de encaixe aproveitam também a força ascendente para pedalar.

Tipo de ciclismo que pratica

Estrada

Os sapatos para ciclismo em estrada são desenhados para velocidade, trata-se de sapatos projetados para manter o pé estável, especialmente no calcanhar, possuindo materiais mais leves e respiráveis, normalmente as solas são extremamente rígidas, frequentemente em plástico TPU ou fibra de carbono nas versões mais avançadas.

 

Montanha (Brasil; Mountain Bike, MBT/Portugal; Bicicleta Todo o Terreno, BTT)

Os sapatos específicos para btt possuem uma sola ligeiramente mais flexível, e pitons mais agressivos para maior tração em terrenos enlameados e/ou de difícil acesso, carregando a bicicleta em pequenos troços a pé, ação muito comum no btt .

Downhill

Os sapatos para Downhill são mais ou menos semelhantes aos sapatos para Montanha, mas são mais subidos para maior apoio e mais reforçados, sendo o Downhill um desporto mais violento os sapatos devem obrigatoriamente oferecer maior proteção como uma "armadura".

Triatlo

Os sapatos de triatlo são em tudo semelhantes aos de estrada com duas diferenças:

Normalmente possuem sistemas de fecho rápido para a transição.

Normalmente possuem forros internos para permitir a sua utilização sem meias.

BMX (Brasil; Bicicross)

Os sapatos para BMX poderão possuir ou não compatibilidade com pedais de encaixe, especialmente pela natureza e rapidez das performances da natureza desta especialidade, nesta disciplina também é frequente a utilização de calçado tipo skate.

 

Indoor Cycling (RPM ou Spinning)

A ideia deste tipo de calçado é oferecer aos praticantes de ciclismo estático calçado firme o suficiente para o seu treino, mas confortável o suficiente para a deslocação.

Acomodação

Em termos gerais os sapatos de ciclismo devem estar mais justos aos pés do que os sapatos desportivos tradicionais, uma das razões é o facto de o pé ficar mais estático durante a prática de ciclismo do que outros desportos, eliminando a necessidade de permitir muito espaço para o pé expandir.

O tornozelo deve de estar justo mas confortável, os dedos devem estar um pouco folgados, mas não tanto como num sapato desportivo normal, importante é a acomodação da zona mais larga do pé (metatarsos) na zona mais larga do sapato para que não fique demasiado estreito, evitando desta forma o famoso escaldar ou adormecimento dos pés. Isto é de extrema importância, o calçado de ciclismo não deve estar demasiado estreito.

Ajustes

De extrema importância é o ajuste do encaixe do pedal no sapato, o encaixe deve ser colocado exatamente debaixo das cabeças dos metatarsos, variando de acordo com a fórmula metatarsica do ciclista.

Posicionamento e orientação do encaixe dos pedais

Um posicionamento anatómico incorreto do pé sobre o eixo tende a separar o centro de pressão aplicada (pé e sapato) da força de reação do eixo. O resultado tenderá a criar movimento de dorsiflexão indesejados, forçando um gasto de energia muscular para estabilizar o pé.

Igualmente importante é a estabilização:

Muitos ciclistas (como a grande maioria da população), são pronadores, sendo necessário estabilizar a rotação interna, evitando lesões de esforço, a melhor solução para este problema são as palmilhas personalizadas.

Exemplo de estabilização com palmilhas supinadoras

valguismo e pedalar estabilizado


Fonte: http://www.calcadodesportivo.com/ciclismo.htm

PUNHOS DE BICICLETA: O CONFORTO ESTÁ AO SEU ALCANCE

 

Amesterdão, Viena e Copenhaga são exemplos de cidades em que os seus habitantes trocaram os carros pelas bicicletas nas suas deslocações diárias. São cidades consideradas modernas e evoluídas, em que andar de bicicleta é tão comum como trabalhar e é justamente para esta atividade que os seus habitantes a usam… para as deslocações entre casa e trabalho. Mas para utilizar este meio de transporte em segurança deve ter uns punhos de bicicleta antiderrapantes, que permitem uma boa aderência das mãos ao guiador.

punhos de bicicleta

Qual a função dos punhos de bicicleta?

É importante que se sinta confortável ao circular sobre duas rodas, e para que tal aconteça deve ter em atenção os punhos de bicicletas, pois estes devem estar em boas condições, de modo a evitarem lesões nos pulsos e nas mãos. Os punhos de bicicleta de borracha são antiderrapantes, ergonómicos e anatómicos, o que ajuda muito em viagens longas e com altas temperaturas, onde as mãos tendem a transpirar. Os punhos de bicicletas são responsáveis por dores que possam surgir nos pulsos após longos passeios.

Para evitar problemas e lesões deve encontrar os punhos de bicicleta que melhor se adaptam a si e às suas necessidades, podendo os mesmos ser de borracha ou de esponja. Mudar este acessório é fácil e o mesmo pode ser adquirido numa loja de bicicletas, a um baixo custo.

E não se esqueça que andar de bicicleta é benéfico para a sua saúde e económico para a sua carteira, pois ao utilizar este meio de transporte está a poupar dinheiro em combustível e a praticar exercício físico. Portugal ainda não acompanha os países de primeiro mundo no que diz respeito aos veículos de duas rodas, mas já existem muitos cidadãos que deixam o carro em casa e começam o dia com umas pedaladas.

E desengane-se se pensa que é necessário equipamento adequado para andar de bicicleta… advogados, empresários, banqueiros, entre outros fazem as duas deslocações para o trabalho de fato e gravata, utilizando a bicicleta como meio de transporte, afinal além de pouparem em combustível, também poupam tempo.

Marcas luxuosas desenham punhos de bicicleta

Andar de bicicleta é frequente e habitual em diversos países, mas há quem alie essa prática ao lazer luxuoso.

Diversas marcas já se aperceberam desse factor e estão a vender punhos de bicicleta em materiais como o couro, com selins em pele de jacaré ou estruturas em ouro. 

A lendária marca de roupa desportiva francesa Lacoste foi das primeiras grandes marcas a olhar para as bicicletas de outra forma. Concebidas pelo famoso arquitecto Katayama e na montra da luxuosa loja Colette de Paris, situada numa das avenidas mais selectas da cidade luz, a Rue Saint-Honoré, esta bicicleta foi arrematada por mais de 2.400 euros.

Para andar nestes modelos de bicicletas, os clientes pagam mais de 1000 euros e podem acrescentar pormenores. Para inúmeros designers, as bicicletas tornaram-se tão importantes como a escolha de roupa, uma mala ou até mesmo um «smoking». 

 

Fonte: http://benebike.tumblr.com/post/124737525914/punhos-de-bicicleta-o-conforto-est%C3%A1-ao-seu?is_related_post=1

OS CALÇÕES DE CICLISMO SÃO TODOS IGUAIS?

Só quem nunca utilizou dois modelos diferentes de calções de ciclismo, pode acreditar que todos os modelos são iguais! Na verdade, comprar calções de ciclismo é, muitas vezes uma tarefa demorada, exatamente porque existem muitos modelos entre os quais escolher, com todo o tipo de especificações diferentes, que devem ser pesadas no momento da compra.

No entanto, por muito que pese a sua decisão, comprar calções de ciclismo é sempre algo que tem uma importante componente de sorte, na medida em que é pouco provável que faça essa compra acompanhado por um elemento essencial: a bicicleta.

O selim e a bicicleta desempenham um papel fundamental no sucesso da compra de calções de ciclismo, na medida em que existem modelos que se adaptam melhor a determinados modelos do que outros. O fator mais importante a ter em conta será sempre o conforto da pedalada, mas não há como forma de o garantir, é essencial que tenha em conta alguns itens sempre que comprar calções de ciclismo.

Fatores a avaliar sempre que comprar calções de ciclismo

calções de ciclismo benebikeTer em contas os seguintes fatores sempre que comprar calções de ciclismo, pode ajudar a que passe a acertar mais nas suas compras.

Como a anatomia de cada um é distinta, não é possível ditar regras neste campo, mas o seguinte conjunto serve para qualquer praticante de ciclismo, independentemente da sua idade, peso, dimensões e até experiência.

. Preço: É verdade que existem calções de ciclismo com grandes disparidades de preço, mas é igualmente que essa disparidade está associada a diferenças significativas na qualidade do produto final. Se optar por comprar material barato é provável que seja de pouca qualidade, que seja pouco durável e que não seja minimamente confortável. Assim, aquilo que lhe pareceram uns calções de ciclismo baratos, rapidamente se podem tornar caros, na medida em que terá que comprar outro par.

. Número de peças: Os calções de ciclismo são compostos por diversas peças. Quando for adquirir uns calções novos tenha o cuidado de escolher uns compostos por oito peças, na medida em que estes se adaptam melhor à fisionomia de cada um.

. Forro da virilha: Assegure-se de que escolher calções de ciclismo, nos quais esta peça seja de um material respirável, de forma a prevenir a ocorrência de assaduras e outras irritações de pele.

Estes são apenas alguns dos fatores essenciais a ter em conta na sua compra. Ainda que mesmo avaliando todos estes aspetos possa não acertar completamente no modelo ideal para si, terá um menor risco de ter que comprar outros a breve trecho.

Depois de escolher os seus calções de ciclismo, só falta fazer-se ao caminho!

A valia e a importância dos calções de ciclismo é tanto mais reconhecida, quanto mais longos forem os percursos realizados numa bicicleta. O conforto e a mobilidade que proporcionam são essenciais para que os seus passeios decorram de forma agradável e, para que no dia seguinte não tenha qualquer dor relacionada com o selim.

Fonte: http://blog.benebike.com/os-calcoes-de-ciclismo-sao-todos-iguais-179/

AS DIFERENÇAS ENTRE RODAS PARA BICICLETAS DE ESTRADA

Comprar rodas para bicicletas está longe de ser uma tarefa simples, mesmo para o mais experiente e rodado dos ciclistas. O grau de dificuldade da compra aumenta quando se fala de rodas para bicicletas de estrada.

Porque são o seu ponto de contacto com o asfalto e porque são alimentadas pela sua pedalada, é fundamental escolher rodas para bicicleta, que contribuam de forma positiva para a qualidade dos seus passeios. Assim, ao comprar rodas para bicicletas, é fundamental que saiba como escolher, de forma a poder adquirir as que melhor se adaptem ao seu estilo de utilização da bicicleta e ao seu estilo de ciclista.

Compostas por duas partes essenciais: jante e pneu, as rodas para bicicletas têm uma importância central para qualquer amante de bicicletas.

Que tipos de rodas para bicicletas de estrada existem?

Ainda que existam muitos sub tipos de rodas para bicicletas, para conseguir fazer uma compra informada e consciente, basta-lhe conhecer os três tipos principais:

rodas de bicicleta benebikeShallow section: Este é o tipo de rodas mais comum  num nível de entrada, na bebida em que têm um preço convidativo e oferecem um bom nível de força e um bom rácio de peso. São conhecidas por darem aos ciclistas uma experiência confortável. Este tipo de rodas para bicicleta é considerado adequado para todos os tipos de passeio e de bicicleta. No mercado existe uma grande variedade destas rodas, com os preços e os materiais a variarem bastante entre si, sendo os modelos mais caros construídos em fibra de carbono – modelos especialmente dirigidos a ciclistas que gostem de fazer grandes subidas.

Mid section: Esta solução intermédia é a menos popular de entre as três existentes, simplesmente porque muitos têm a ideia errada de que uma section mais profunda, equivale a maior rapidez e a maior qualidade – o que não é obrigatoriamente verdadeiro. O seu estilo de ciclismo e pedalada podem fazer com que este modelo seja o mais indicado. Este tipo de rodas permite que os ciclistas beneficiem da combinação de uma jante leve com ganhos significativos ao nível da aerodinâmica. Estas rodas são leves o suficiente para enfrentar subidas agressivas e rápidas o suficiente para passeios em trajetos mais planos.

Deep section: Estas são as rodas para bicicletas certas para quem procura a máxima velocidade em percursos planos de estrada. Dizem que as diferenças neste tipo de percurso, quando comparadas com outras rodas são simplesmente inexplicáveis, tal é o ganho de rendimento que se verifica. Assim, se os seus passeios ocorrem neste tipo de percurso e precisa de obter o melhor rendimento, para acompanhar o resto do “pelotão”, este é o tipo de roda certo para si!

Agora já sabe escolher rodas para bicicletas!

Esperamos que este artigo tenha sido esclarecedor e que lhe permita comprar rodas para bicicleta, de forma mais informada e consciente. Adeqúe as suas necessidades e as suas possibilidades, à imensa oferta existente no mercado.

Fonte:http://blog.benebike.com/as-diferencas-entre-rodas-para-bicicletas-de-estrada-177/

Que bicicleta escolher para uma criança

As crianças adoram bicicletas e se você tem filhos é provável que a dada altura tenha a necessidade de lhes comprar uma. Saiba que bicicleta escolher para uma criança e usufrua de longos e agradáveis passeios em família.

O que deve fazer antes de comprar uma bicicleta para criança

É natural sentir-se tentado em manter a compra de uma bicicleta em segredo, especialmente se for uma prenda de aniversário de uma criança ou motivo de celebração para qualquer outra ocasião especial. Contudo, antes da compra, deve ouvir a opinião da criança e listar as suas preferências. É difícil imaginar qual a bicicleta preferida de uma criança, mas pode escolher uma ao conhecer as suas ideias, gostos e preferência de cor.

Como escolher uma bicicleta para criança

Para comprar uma bicicleta apropriada para uma criança e fazer um excelente negócio com isso, deve seguir os passos seguintes:

Visitar uma loja de bicicletas especializada

Para comprar uma bicicleta para uma criança, deve deslocar-se a uma loja de bicicletas especializada. Este é o espaço mais adequado para encontrar todo o tipo de artigos relacionados com bicicletas. Existem vários modelos de bikes no mercado, como as bicicletas de montanha, de trial, de btt, de downhill, entre outras e, como tal, deve fazer várias questões e ouvir os conselhos dos funcionários pois eles têm a experiência a seu favor.

A bicicleta é para menino ou menina?

O mercado ciclístico oferece uma grande variedade de bicicletas, tanto para rapazes como para raparigas. Dessa forma, ao saber para quem se destina a bicicleta, estará a reduzir a sua procura para metade. As bicicletas de raparigas têm uma construção diferente das demais, sendo que a grande maioria apresenta um cesto na parte da frente e são cor-de-rosa. Por outro lado, as bicicletas dos rapazes não têm cesto à frente e apresentam cores mais vivas. No geral, e em termos práticos, não existe nenhuma diferença funcional entre a bicicleta de um rapaz e a de uma rapariga, pois ambas proporcionam excelentes momentos de diversão e descontração.

As preferências da criança

É também muito importante saber se uma criança prefere uma bicicleta que apresente desenhos animados, como por exemplo uma bicicleta com a imagem do “Bob o construtor”, do “Noddy” ou da “Pequena Sereia”. Atualmente, as bicicletas são produzidas com a imagem das personagens mais populares da televisão e isso faz as delícias da maioria das crianças. No entanto, tem de estar ciente que os interesses e gostos de uma criança mudam rapidamente e isso pode levar ao desinteresse pela sua bicicleta de desenhos.

Que bicicleta deve ser escolhida

Existem determinados fatores que o auxiliam a tomar a melhor decisão na escolha de uma bicicleta para criança. Dos aspetos mais importantes, destacam-se os seguintes:

A idade e coordenação motora de uma criança: A idade e a coordenação motora de uma criança ditarão se a bicicleta precisa ou não de estabilizadores ou de um triciclo. As crianças com menos de 5 anos de idade têm muita dificuldade em realizar mais do que uma tarefa ao mesmo tempo e por isso torna-se complicado manter o equilíbrio em cima da bicicleta e usar simultaneamente os travões.

O diâmetro da roda: O tamanho ideal de uma bicicleta para crianças baseia-se no diâmetro da roda. Nesse sentido, para adquirir a bicicleta ideal, deve conhecer a idade e o comprimento da perna da criança, na medida em que estes são os fatores principais que determinam o diâmetro da roda. Para conhecer as medidas utilizadas atente à tabela seguinte:

Idade (anos)

Comprimento da perna (cm)

Diâmetro da roda (cm)

2 aos 4

35 – 43

30

4 aos 6

41 – 51

36

5 aos 8

46 – 56

41

6 aos 9

51 – 61

46

7 aos 10

56 – 64

51

+ de 9

61 – 71

61

O tipo de utilização da bicicleta: Depois de ter determinado a aparência e o tamanho da bicicleta, é tempo de pensar no tipo de bicicleta que a criança precisa. Se for para ser utilizada no meio rural ou em estradas não pavimentadas, será necessário escolher uma bicicleta mais forte e com pneus mais robustos para aguentar as más condições do terreno. Se, por outro lado, a bicicleta for para andar na cidade, pode adquirir uma com pneus mais finos, pois as estradas são melhores.

Fonte: http://pedalada.com/artigos/que-bicicleta-escolher-para-crianca